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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Chá de sumiço

Hello! 
Gente, eu sei, eu sumi! 
Mas também! O que foi 2016? 
Eu não sei vocês, mas no meu caso, foi um dos piores anos da minha vida! 
Salvo a minha formatura - Sim! eu finalmente me formei! (Serviço Social! Yeah!) e a viagem para o Nordeste - de longe, foi um dos piores anos! 
Por conta do sumiço, eu não sei quantos de vocês ainda estão por aqui.
Mas enfim! Só para constar que a rede social que estou utilizando com mais frequência atualmente, é o instagramMe sigam por lá!  
Que 2017 seja melhor que 2016! Beijos de luz!

Formatura! Prazer, sou Assistente Social! 
Viagem para o Nordeste - Nas margens do Rio São Francisco



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O amor é o ridículo da vida...

O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo, indo embora. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraiso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não doi! (Cazuza)


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Eu não queria que tivesse sido assim...

Eu não queria que tivesse sido assim. Eu não queria. Sei lá. Que agonia desgraçada. Por um detalhe, por um mísero detalhe quebramos o elo. Por um singelo desencontro de corações. Por um momento achei que estava louco. Perdido de tudo. Aff. Eu queria é ficar mudo, mas não dá, porra. Não dá pra não pensar. Não gritar. Sim, meu grito é isso aqui. É essa palavra. Essa também. Não sou do tipo zen. Nunca fui. Devo ser parente do Cazuza. Exagero, sim. Venero, sim. Corro e me perco, sim. Te perco. Não. Não acredito que te perdi. Aliás, não vou comprar essa culpa, não. Você que me perdeu. Não acredito que mais uma vez me vi nessa posição. O mundão tá cheio dessa gente que não perde nada. Que é só marketing, vitória e piada. Aqui não funciona assim. Minha vida não é bala de cetim. É bala que fere, que rasga, que mata. É, eu realmente não sei o que fazer quando nos imagino intensos pelos cantos. Não entendo de sós, só de tantos. Olha, nem era pra eu escrever isso. Não era pra eu contar pra ninguém. Mas contei pra um amigo. Ele sabe muito de mim e com alguém eu precisava dividir o que senti. Ah, que maravilha o que vivi no meio daquelas gargalhadas. Minha alma não estava preparada pra sua chegada; o que dirá pra sua partida. Algum idiota me falou que é assim. Assim que é a vida.



domingo, 18 de janeiro de 2015

Caro passado

CARO PASSADO: GRATA POR TODAS AS LIÇÕES.
CARO FUTURO: ESTOU PRONTA! 


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Eu mudei!

"Eu mudei porque amadureci. Mudei porque passei por tantas e tão diversas experiências que consegui aprender com os meus próprios erros. Mudei porque me decepcionei com amigos, mudei porque me decepcionei com amores. Mudei porque conheci pessoas tão especiais, que fui capaz de me inspirar e espelhar nelas para me tornar numa pessoa diferente, talvez uma pessoa melhor.
O tempo passou, eu mudei e nem tudo, nem todos, me acompanharam." (Autor desconhecido)



segunda-feira, 19 de maio de 2014

terça-feira, 25 de março de 2014

Venho anunciar... mudança

Venho hoje anunciar minha mudança
Mudança de hábito
Mudança de ser
de estar
de sentir
de amar
Mudança na maneira de viver a vida
crescer
chorar
Mudança na cor do cabelo
na vestimenta
na crença
Mudança de dentro pra fora
Mesmo sendo que o fora mudou-me por dentro
Hoje venho anunciar minha mudança
Mudança
Mutante
Metamorfose ambulante
eu sou
De mochila, de casa em casa vou
e não me aborreço
nem me entristeço
pois
em mudança eu escolhi estar!

by @brunak_d






terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Calmaria

Outubro se foi...
Novembro custou a passar e
Dezembro já está quase terminando...
Depois das tempestades se fez aconchego essa tal de calmaria
Essa tal de calmaria, da qual eu sempre esqueço...
Esqueço que ela vem
Demora 
Mas 
Sempre
Vem!

by @brunak_d 


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Colecionando marcas

Colecionando marcas
Encerrando ciclos
Selecionando "amizades" pelo grau de decepção
Naquele mês, tudo se desfez. 
Como um disco riscado, que nunca mais tocará a mesma canção.
Assim iniciou o meu Outubro
Colecionando marcas

(Pausa para reflexão)

1º round:

- Como é que eu ainda me surpreendo com as pessoas?
- Cansei de me decepcionar! Que merda!
(Passando um filme, contabilizando cada rostinho/amizade que me decepcionei)
Sabe, por isso que as pessoas ficam assim: Calejadas.
Sinal que um dia elas aprenderam
Tomara que meu dia chegue logo!

2º round:

Depois de tudo o que aconteceu...
- Tu sabe o quanto eu estava feliz contigo essa noite?
Tu tem noção de como eu estava f-e-l-i-z?

(Silêncio) 

Naquele mês, tudo se desfez. 
Como um disco riscado, que nunca mais tocará a mesma canção
Assim iniciou o meu Outubro
Colecionando marcas
Destruindo tudo

by @brunak_d


domingo, 8 de setembro de 2013

Unilateral

“Me dei, me dei, mudei.
E você, o quê? Fiz tudo, te dei o meu mundo. E você o quê? Joguei, lutei, arrisquei, amei! Gostei, um amor maior: impossível. E você o quê? Ultrapassei meu íntimo. Fechei meus olhos, os olhos da alma. Decidi ignorar meus padrões. Ocultei minhas raivas, algumas vezes não deu, disfarcei meus ciúmes, amaciei minhas mágoas. Sua voz me tranquilizara, teu sexo me domava. Fiz como pude e como não pude. Do seu jeito fui levando, algumas vezes amor próprio me faltou, mas eu só queria seu amor. Por inúmeras vezes te amava mais do que o tudo. E pergunto: E você? O quê? Armei sua lona, fiz seu circo , pintei seu mundo. Usei suas cores, anulei as minhas. Aceitei suas verdades intactas, anulei as minhas. E você amor? O quê? O quê você fez? Despedacei meu ego, levantei nossa bandeira. Me julguei egoísta, fui contra a seu favor. Chorei, chorei, chorei até faltar vazio em mim. Fui no fundo, no profundo do meu âmago. Pra merecer teus carinhos, teus gemidos, tua língua, teu prazer, teu sorriso, tua atenção, teu apreço. Pra me sentir mulher, me fiz criança. Fiz pirraça, cena, novela. Decorei um texto pra nada dar errado. Abri a mente, fiz preces, fantasiei um mundo. Amei teu corpo, teu jeito, teu cheiro, tua sombra, abri meu peito acreditei na gente. Desconfiei muito, mas confiei demais. E você amor? O quê? Ouviu minha canção? Abriu o peito? Cortou seus cabelos? Trocou de canal? Falou “aquela” frase? Fez planos pra mim? Escolheu um filme pra nós dois? Foi minha companhia para todos os momentos? Foi a um show? Usou “aquela” blusa? Amou-me de verdade? Pensou em mim? No que construímos? No que alcançamos? Tudo um dia tem fim. Tudo na vida tem volta. Tranqüilo você pode ficar, riscos de amar sem ser amado, você não há de correr não. Amor de verdade você não sabe diferenciar. Dizer que vou ser feliz agora? Quem sabe? Dizer que você vai se dar bem? Tomara! Aprendizados são pra vida toda, mas amor unilateral na vida da gente uma só vez é suficiente.”

— Tati Bernardi



quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Benditos

“Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem. Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à soci...edade e ao mesmo tempo ser livre. Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto? A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa. Ser feliz por nada talvez seja isso." (Martha Medeiros)


sábado, 20 de julho de 2013

Andarilha

Sabe quando uma peça do quebra-cabeça não encaixa? Pois é.... Essa peça sou eu!
Não encaixo! E não é, nenhuma novidade...Nunca me encaixei, porque agora pensei que iria me encaixar?
Meu lugar é lugar nenhum....
Talvez nas páginas em branco de um livro, talvez no abismo, talvez no beijo nunca roubado...No talvez quem sabe?
Não tenho um lugar para chamar de casa!
Nunca tive...

by @brunak_d



quarta-feira, 22 de maio de 2013

No final de tudo

Depois de tantos erros e acertos, você percebe que no final das contas... Você está completamente sozinho no mundo!


terça-feira, 9 de abril de 2013

Aos vinte e dois anos de vida...

... E aos vinte e dois anos de vida eu me deparo com inúmeras responsabilidades que jamais me passaram pela imaginação de quando eu era uma criança a subir em árvores. 
A gente nasce, sente frio, dali a alguns meses temos que aprender a andar, se desenvolver, comer por conta própria. Depois vamos para escola e temos que carregar o peso de uma mochila cheia de livros nas costas, e naquele momento, pensamos que aquela mochila é a coisa mais pesada que podemos suportar, mas daí a gente cresce, morre de medo de andar de bicicleta, de andar sozinho de noite na rua. Começa a etapa de PROVAS: Prova de matemática, prova de português, prova de sentimentos - um turbilhão deles - prova de vestibular, prova de carteira de habilitação. Temos sempre que provarmos alguma coisa para a alguém - seja mãe, pai, namorado, esposa, família, sociedade: Provarmos que estudamos, trabalhamos, amamos, compramos no "mercado capitalista", que fizemos nossa parte como cidadão de bons princípios, reivindicamos o direito de termos direito, que temos  a obrigação de chegarmos em casa e pensarmos no almoço de amanhã, na lista do mercado do final do mês, dos livros da faculdade que temos que ler, estamos sempre provando, correndo, vivendo sob testes psicológicos, de moral, conduta. 
No meio de tudo, temos que conviver com a falta de dinheiro, a falta de acesso, a falta de amor, a falta de saúde, a falta de tempo.
Aí temos a obrigação de estamparmos um lindo sorriso no rosto numa manhã de segunda-feira e ir trabalhar como se nada estivesse acontecendo.

Da hora a vida :) 

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